Assinatura Digital é o futuro do financiamento imobiliário

Processos que eram feitos, em sua maioria, de forma pessoal, migraram rapidamente para o digital.

Um dos mercados que tiveram evidente impacto com a pandemia e a aceleração da tecnologia foi o mercado imobiliário. Os processos que eram feitos, em sua maioria, de forma pessoal, migraram rapidamente para o digital diante da necessidade do distanciamento social.

Mesmo processos mais complexos como os registros de compra e venda de imóveis tiveram um aumento de 43% entre maio e julho de 2020, após regulamentação do Colégio Notarial do Brasil (CNB) para a modalidade eletrônica.

Um profissional que antes prospectava, atendia, vendia e finalizava o processo de venda de um imóvel totalmente de forma presencial (o que, por diversas vezes, era um obstáculo na agilidade e conclusão do processo), tem em mãos portfólios, recursos para atendimento e tecnologia para fazer todo o processo totalmente online, inclusive a assinatura dos contratos e registro do imóvel.

Três modalidades de assinatura eletrônica

Existem, atualmente, três modalidades de assinatura eletrônica: simples, avançada e qualificada.

A simples, que tem validade jurídica, possui algumas lacunas em seu método de validação e era o mais utilizado, dada sua facilidade de utilização e baixo custo.

A modalidade qualificada é a que possuía maior índice de confiabilidade, mas também um alto custo para ser aplicado em escala. Foi então que o governo federal normatizou a assinatura avançada, que é uma intermediária entre a simples e a avançada e que promete maior segurança às operações e custos mais baixos.

Esse movimento do governo sinaliza como cada vez mais empresas e profissionais devem ter acesso e utilizar esse recurso, que foi uma das “viradas de chave” do setor imobiliário.

Simplificar, melhorar o existente, aprimorar o novo, buscar sempre soluções mais adequadas ao consumidor, esse é o caminho que o setor iniciou e que não tem mais volta.

Febraban aponta aumento nas transações bancárias feitas pela internet

Todos os anos a Febraban – Federação Brasileira de Bancos -, faz a Pesquisa de Tecnologia Bancária, que tem o objetivo de mapear o estágio da tecnologia bancária no Brasil e suas tendências. De acordo com a última edição, que considera os números de 2020, houve expressivo aumento da contratação de crédito e de seguros nos canais de internet banking e mobile banking.

Já em 2019, as transações via mobile superaram as movimentações via internet banking pela primeira vez (R$ 4,5 bilhões contra R$ 4,2 bilhões, respectivamente). Ou seja, houve um aumento gigantesco nas transações feitas pela internet, e este cenário tende a permanecer no período pós pandemia.

Muitos, não adeptos ao consumo pela internet, tinham dúvidas quanto à segurança e a qualidade das transações feitas de maneira online. Estes novos consumidores tendem a permanecer no longo prazo, principalmente se tiverem boas experiências no ambiente virtual.

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